EB de Fundo de Vila visitou castro e museu

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Em Santa Maria da Feira

No passado dia 25 de outubro, o 4.º ano da Escola EB1/JI de Fundo de Vila fez uma visita de estudo ao Castro de Romariz e ao Museu Convento dos Lóios situados no concelho vizinho de Santa Maria da Feira.

Ao chegar ao monte Crasto, as crianças subiram uma colina que os levou à aldeia milenar e labiríntica do Castro, conforme refere texto coletivo do 4.º ano enviado ao labor. Já lá, percorreram a aldeia e aperceberam-se da forma circular, retangular e quadrangular das habitações. Algumas das casas circulares terão sido salas de reuniões onde se preparavam planos de defesa em caso de invasão inimiga. As casas retangulares e as quadrangulares terão sido cozinhas, estábulos… Estas habitações eram feitas de granito porque era o material que existia na região. As casas circulares, as mais antigas, eram cobertas de palha e terão sido habitadas por uma tribo denominada “Túrdulos Velhos” há cerca de 2.500 anos.

Passados alguns séculos, a aldeia foi romanizada por um povo que veio de Roma que terá construído as casas quadrangulares. Os romanos coabitaram com a população existente, mas provocaram destruição. Porém, deixaram as suas marcas positivas, no castro e no nosso país: pavimentaram algumas partes do castro, souberam aproveitar a água, construindo canais que levavam a água para reservatórios, inventaram a telha de que havia restos no castro, deixaram o Latim, que deu origem à nossa língua, inventaram o pão de bolota, etc..

Depois, subiram ao ponto mais alto, que era o local onde eles veneravam os deuses em que acreditavam, por exemplo o Sol, e de onde se veem, atualmente muitos lugares da freguesia de Romariz.

À volta do castro observaram partes de uma muralha que indicam que a aldeia era fortificada. Há muitos carvalhos, eucaliptos, tojo, sobreiros, pinheiros, entre outros.

De seguida, foram ao Museu Convento dos Lóios onde viram uma figura antropomórfica em granito, uma mesa do mesmo material, uma maquete de uma casa protegida por uma cúpula de acrílico, bocados de vidro e cerâmica e um cipo com inscrição em Latim que diz “Sê como queres ser considerado”. Estes achados arqueológicos foram encontrados no Castro de Romariz. Além disso, viram também colares, peças de louça em cerâmica, moedas, armas, teares, chapéus, pinturas e réplicas de fogaças.

A visita foi muito interessante, “porque aprendemos sobre o modo de vida dos nossos antepassados e ficámos a conhecer um pouco mais da nossa ‘História’”, referem os alunos na nota remetida ao nosso jornal.

 

 

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