Depois de uma paragem, o regresso à competição de voleibol não correu da melhor forma para as várias equipas da APROJ. A melhor prestação coube ao escalão de juniores que venceu, no passado domingo, em S. Mamede de Infesta, a equipa local, adversário que já tinha ultrapassado em S. João da Madeira por 3-0. Uma entrada forte e um serviço agressivo do conjunto sanjoanense desmoronou por completo a equipa local, que nunca se encontrou no primeiro set, terminando a perder por 25-5.

No segundo e terceiro sets a história foi diferente. O Infesta melhorou a sua organização, colocando também mais agressividade no seu serviço, dificultando a receção à equipa de S. João da Madeira. No entanto, sempre muito organizada defensivamente e no side-out, a APROJ não permitiu que o adversário tomasse conta do resultado, fechando os sets com segurança e confiança.

Sorte diferente teve a equipa de cadetes que, apesar da derrota, lutou pelo triunfo até aos últimos instantes apostando num forte serviço e num contra-ataque eficiente, frente à equipa B do Frei Gil, no arranque da segunda fase do Campeonato Regional da Associação de Voleibol do Porto. Alguns erros individuais na parte final do primeiro e terceiro sets permitiu que o adversário se distanciasse no marcador aproveitando alguns erros de receção.

No segundo set a APROJ esteve a ganhar por 24-22, mas deixou que a equipa de Oliveira do Bairro recuperasse a desvantagem, beneficiando das mesmas falhas, e finalizasse com 24-26. “Apesar da derrota, nota-se um crescimento notório da equipa em todos os níveis”, refere o técnico, Cláudio Laranjeira.

O mesmo aconteceu com o escalão de iniciadas, que apesar da luta não conseguiram ultrapassar o Canidelo. As jovens sanjoanenses entraram nervosas e receosas no primeiro set errando em algumas recepções. No segundo a história foi completamente diferente. A APROJ começou a perder por 6-0, mas depois de uma paragem técnica entrou mais assertiva, motivada e com um serviço mais agressivo, que levou ao empate em sets.

Já o terceiro set foi sempre renhido, com o Canidelo a conseguir alguma vantagem no final (19-21). Ambas as equipas jogaram bem, mas devido a erros do serviço da APROJ foi o adversário que acabou por levar a melhor.

O quarto set começou com uma má receção da formação comandada por Filipa Monteiro. “A equipa do Canidelo conseguiu ganhar vantagem desde início devido à péssima prestação que o árbitro fez durante o jogo todo”, referiu a treinadora, apontando que neste set os erros na arbitragem foram mais elevados. As sanjoanenses ainda deram luta, mas a vitória foi para o lado do Canidelo.

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