A Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Guarda Nacional Republicana (GNR) vão continuar de forma mais rigorosa com a intensificação do patrulhamento, fiscalização e ações de sensibilização, de 9 a 13 de abril, depois de terem iniciado esta operação conjunta, de 3 a 8 de abril, em todo o país.

Os objetivos destas ações são apoiar a população e garantir o cumprimento das normas do estado de emergência durante o período da Páscoa.

A GNR tem efetuado “todos os dias” ações de patrulhamento, fiscalização e sensibilização em vários locais, “priveligiando os nós de acesso à autoestrada”, explicou o Capitão Rafael Ribeiro, comandante do Destacamento de Trânsito de S. João da Madeira e do Posto de Santa Maria da Feira, ao labor.

Nestas operações, os militares também têm sensibilizado as pessoas para o facto de comprarem os bens essenciais dentro do concelho de forma a cumprir a limitação de deslocação dentro do próprio concelho de residência que entra hoje em vigor e prolonga-se até ao dia 13 de abril.

A PSP também vai intensificar o patrulhamento, a fiscalização e as ações de sensibilização em S. João da Madeira, confirmou o comissário Hélder Andrade, alertando que os agentes vão exigir “todas as pessoas que entrem ou saiam do concelho a declaração que comprova a razão pela qual estão em circulação”.

Até às 17h00 do dia 7 de abril, tinham sido detidas 33 pessoas pelo crime de desobedência, designadamente pela violação do confinamento obrigatório, e encerrados 177 estabelecimentos por incumprimento das normas estabelecidas, segundo informação divulgada pelo Ministério da Admnistração Interna.

Estes dados juntam-se aos verificados no primeiro período de estado de emergência, que vigorou entre os dias 22 de março e 2 de abril, onde se registaram 108 detenções por crime de desobediência e foram encerrados 1.708 estabelecimentos comerciais.

Perante a imperiosa necessidade de todos contribuírem para conter o contágio da Covid-19”, o Ministério da Admnistração Interna “insiste no cumprimento rigoroso das medidas impostas pelo estado de emergência”.

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