Para já é só “uma ideia”, mas o serviço de mão de obra prestado a seniores sanjoanenses no âmbito da Oficina do Idoso poderá vir a ser complementado com um Banco de Equipamentos. Este, aliás, “vai ser um assunto a tratar com a câmara no próximo ano”, adiantou Rodolfo Andrade ao labor, à margem da sessão da Assembleia de Freguesia (AF) onde o tema “veio à baila”.

Na reunião do dia 17 de dezembro, Ricardo Queirós, da coligação “A Melhor Cidade do País”, perguntou como funcionava a Oficina do Idoso. E, em resposta, o líder autárquico recordou que é um projeto desenvolvido pelo Município em articulação com a junta de freguesia (JF) e a Habitar S. João. A sua implementação está a cargo da JF, que conta, para o efeito, com uma verba anual de 4.000 euros atribuída pela edilidade.

A decorrer desde março deste ano, trata-se de um serviço de resposta rápida às solicitações de idosos portadores do Cartão Sénior A e B, com 65 anos ou mais de idade, mas também em condição de isolamento ou vulnerabilidade social, com deficiência ou doenças prolongadas. Falamos de pequenas intervenções domésticas em termos de carpintaria, serralharia, eletricidade, canalização, entre outras, cuja mão de obra é paga pela JF com o dinheiro disponibilizado pela câmara.

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