“Maior Laboratório Colaborativo de Robótica da Península Ibérica” realizou primeiro workshop para professores

Em S. João da Madeira

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No passado dia 5 janeiro foi realizado o primeiro Workshop de Robótica Industrial, orientado pela ATEC – Academia de Formação, no “maior Laboratório Colaborativo de Robótica da Península Ibérica”, segundo palavras de um dos formadores presentes, a funcionar na empresa CEI, em S. João da Madeira. Participaram cerca de duas dezenas de professores das áreas técnicas do ensino secundário profissional de Eletrónica, Automação, Informática, Mecatrónica, Mecânica e Mecânica Automóvel, provenientes de três agrupamentos escolares (AE): Dr. Serafim Leite e João da Silva Correia, de S. João da Madeira, e Soares Basto, de Oliveira Azeméis.

Segundo nota de imprensa da ACIsjm – Associação Comercial e Industrial de S. João da Madeira remetida ao labor, este primeiro workshop é acreditado como uma Ação de Curta Duração (ACD) para professores e foram cumpridos três objetivos.

O primeiro passou por identificar as potencialidades do Laboratório Colaborativo como parte integrante dos planos curriculares e da oferta formativa de cada um dos AE. Para além disso, proporcionou um primeiro contacto prático aos professores com a Robótica.  Na ocasião, os participantes puderam identificar os meios disponibilizados pelas indústrias fomentando, assim, a motivação dos alunos e professores e aumentando, deste modo, o interesse e a atratividade para estas áreas de formação.

Com esta ação de capacitação, as escolas ficam com autonomia técnica e pedagógica para uma utilização livre do laboratório, através do indispensável apoio do Turismo Industrial que assegurará o suporte de agendamentos e gestão de grupos aos laboratórios

Recorde-se que, conforme refere o comunicado recebido pelo nosso jornal, o Laboratório Colaborativo de Robótica é o fruto mais recente da Rede Escola-Empresa, promovida pela ACIsjm com as escolas da região. Esta rede, única no país, tem como primeiro intuito acelerar o empoderamento técnico e social dos nossos jovens.

Nos últimos sete anos permitiu aos alunos do ensino secundário profissional e dos cursos de especialização tecnológica o acesso a materiais técnicos em quantidade e diversidade necessária para a formação. Tem também como propósito atrair os jovens para a região, proporcionando condições ímpares para o desenvolvimento das suas competências.

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