“Pensava que nos ia atropelar”, contou o ex-porteiro do Hospital de S. João da Madeira

 

A segunda sessão do julgamento que coloca um polícia e um assaltante no banco dos réus desenrolou-se no passado dia 19 de janeiro no Tribunal de Santa Maria da Feira.

Uma das testemunhas ouvidas foi Diogo Pinto, que agora é bombeiro, mas na altura dos factos, ocorridos no final da noite de 23 e início da madrugada de 24 de setembro de 2020, era porteiro no Hospital de S. João da Madeira (HSJM). Quando estava à porta do Serviço de Urgência Básica (SUB), apercebeu-se de “um carro de cor clara passar em alta velocidade”. Chegado à entrada do SUB, recordou, saiu do lugar do condutor um rapaz que lhe disse: “íamos a passar e fomos alvejados”.

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