“Tocar em conjunto ou em música de câmara” exige “um nível de comunicação e confiança enorme entre os músicos. Temos que aprender a comunicar com olhares, gestos, respirações, etc., pois, quando, a música começa, não há espaço para as palavras”, explicou Mariana Rodrigues, em nome do grupo, ao labor 

 

Todos vocês têm em comum o violoncelo e a música. Qual a importância de ambos na vossa vida?

Acredito que o que nos une a todos é a paixão pelo que fazemos. Ser músicos foi aquilo que escolhemos fazer para o resto da vida. É algo que nos realiza ao nível pessoal, claro, mas também ao nível profissional. A música é literalmente a nossa vida, o que nem sempre é fácil e bonito. Requer um compromisso enorme com o nosso instrumento, requer muito trabalho diário e disciplina para mantermos a rotina, quase como se fossemos atletas de alta competição. Por muito trabalho e estudo que já tenhamos feito, há sempre coisas para melhorar. É essa procura constante em sermos melhores, em tocar melhor, que nos mantém ativos neste nosso percurso na música.

Obrigado pelo seu interesse no trabalho dos nossos profissionais. Poderá ter acesso à versão integral deste artigo na edição impressa de 23 de março ou no formato digital. Assine o labor aqui

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