Nesta edição o palco vai ser tomado de assalto por artistas emergentes e nacionais

 

Em novembro de 2018 o jazz foi o rei e o senhor de e em S. João da Madeira. Chegou a medo num estilo mais consensual. Ganhou confiança e apostou numa edição só no feminino. Com os pés bem assentes na terra e no palco continuou a arriscar e deu-nos oportunidades únicas de ouvir grandes orquestras e um jazz mais puro e experimental.

Obrigado pelo seu interesse no trabalho dos nossos profissionais. Poderá ter acesso à versão integral deste artigo na edição impressa de 29 de junho ou no formato digital. Assine o labor aqui.

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