Água da rede pública 100% “segura”

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Os dados da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) sobre a qualidade da água são novos, mas a conclusão mantém-se positiva: confirma-se “a manutenção do patamar de excelência na qualidade da água fornecida na torneira dos portugueses”, conforme pode ler-se no site da ERSAR e também em comunicado enviado ao labor.

Em S. João da Madeira, o indicador “água segura” apresentou um resultado de excelência, atingindo os 100%, obtido a partir das 958 análises realizadas, em 2022, no âmbito do Programa de Controlo da Qualidade da Água (PCQA).

Estas análises, da responsabilidade da Águas de S. João, foram feitas em laboratórios devidamente credenciados, para garantir a isenção dos resultados, que  são divulgado, publicamente, no site da empresa municipal.

Para além dos testes obrigatórios à água a previstos no PCQA, a Águas de S. João reforça-as com um conjunto de análises complementares. Desta forma, é garantida uma monitorização mais próxima da qualidade da água e a rápida atuação das equipas, quando são detetadas alterações nos parâmetros devidos.

“A rede pública assume um papel essencial na vida das populações e territórios, pois garante a segurança da água que é consumida. Por estar livre de qualquer tipo de contaminação, tal como os dados comprovam, esta água é uma verdadeira garantia de saúde pública, para todos os que estão ligados à rede de abastecimento”, explica Daniel Matias, diretor-geral da empresa municipal, na nota de imprensa recebida pelo nosso jornal.

No relatório “Controlo da qualidade da água para consumo humano”, é também referido que a Águas de S. João faz chegar 4.300 m3/dia de água a mais de 22 mil pessoas.

Das 227 entidades gestoras que prestaram o serviço de abastecimento público de água em baixa (aos utilizadores finais), a Águas de S. João é uma das 89 que foram distinguidas pela ERSAR na categoria “Selo da qualidade exemplar de água para consumo humano”.

Em Portugal, a segurança da água da torneira ronda os 99%, desde 2015. Em 2022 (ano dos dados mais recentes), a percentagem situou-se concretamente nos 98,88%. A avaliação foi feita com base nas mais de 600 mil análises realizadas pelas empresas de abastecimento de água, a nível nacional.

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