Não foi no fim de semana de 10 e 11 de fevereiro, devido a condições meteorológicas adversas. Será a 6 de abril ou, então, caso também chova, passará para o dia 20 do mesmo mês.

Após auscultar todos os intervenientes (escolas e outras instituições do concelho), em reunião realizada no passado dia 27, o Município decidiu remarcar o Carnaval das Escolas, mantendo o tema Liberdade – não fosse este o ano do cinquentenário do 25 de Abril – e o itinerário inicialmente previstos. O desfile carnavalesco tem início na Avenida da Misericórdia e termina na Praça Luís Ribeiro, à semelhança do que tem acontecido nos últimos anos.

Tal como já foi noticiado oportunamente pelo labor, são esperados mais de 1.470 foliões nesta 41ª edição do Carnaval das Escolas, evento que faz parte do Projeto Educativo Municipal.

 

Bancada na Renato Araújo “está a impedir a mobilidade”

Tiago Correia perguntou ao presidente da câmara se a bancada que foi montada na Avenida Dr. Renato Araújo, em frente ao Mercado Municipal, para o Carnaval das Escolas “vai continuar lá [assim] até 6 de abril [a nova data de realização que já foi tornada pública]” ou “se vão desmontar uma parte”.

No período de antes da ordem do dia, o vereador da coligação PSD/CDS-PP disse que compreendia que “os recursos da câmara são parcos”, contudo, não percebia o porquê de a bancada estar a “impedir a mobilidade das pessoas”.

Segundo descreveu o social-democrata, as pessoas, não podendo caminhar no passeio, vão para a estrada. Para além disso, esta situação também “impede, de certo modo, a entrada no parque de estacionamento” subterrâneo através do elevador e da escadaria, devendo, por isso, “revista”. Em seu entender, “dois meses é tempo a mais”.

Respondendo a Tiago Correia, Jorge Sequeira começou por referir que a bancada não foi desmontada, “porque se prevê a realização do desfile e também porque tem estado mau tempo”. “Seria penoso para os homens fazer qualquer intervenção”, fez ver.

Ainda a propósito, o autarca, não obstante se comprometer que “vão verificar o que se passa”, chamou a atenção para que se trata de um “obstáculo temporário” e que “há uma alternativa do outro lado da rua para a mobilidade e há uma passadeira”.

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