DR

Desperdício em 2023 situava-se nos 12,9%, atingindo novo mínimo histórico anual 

Em 2023 apenas 12,9% da água que entrava na rede de abastecimento de S. João da Madeira (SJM) era perdida, devido a roturas, avarias ou desvios. Estamos, pois, perante um novo mínimo histórico anual no concelho, que representa um desempenho significativamente melhor do que a média nacional (27,1%, em 2022) e que é fruto de uma aposta em eficiência por parte da Águas de S. João, refere nota de imprensa remetida ao nosso jornal pela própria.

A situação é completamente diferente dos valores registados no início da atividade desta empresa municipal onde a percentagem dos desperdícios rondava os 38%. A água que se deixou de desperdiçar anualmente é suficiente para abastecer a população sanjoanense durante seis meses.

Já em 2022 o volume de perdas tinha sido baixo, fixando-se nos 15,8%. Este resultado colocava SJM no 15º lugar entre os mais de 200 municípios do ranking agora divulgado pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).

O ranking tem por base o indicador “Água Não Faturada”, que engloba os desperdícios gerados por fugas, roturas, derrames em reservatórios ou outras ineficiências e ainda as perdas comerciais, como roubos e desvios de água.

“A gestão de perdas na rede de abastecimento é uma parte da operação da Águas de São João que, apesar de passar despercebida ao consumidor, tem grande importância. Num momento em que a escassez de água é uma ameaça nacional, diminuir desperdícios é uma responsabilidade de todos – sobretudo, de quem, como a Águas de São João, tem como missão gerir este bem escasso”, afirma Daniel Matias, diretor-geral da Águas de S. João, no comunicado recebido pelo labor.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Loading Facebook Comments ...