E assim… continua a Poesia a dar vida às canções

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Um palco meio iluminado, vazio de cenários. Apenas um lenço, pendente de uma cadeira, com a fantasia das casinhas de uma aldeia a preto e branco e um poema escrito na flor da farinha. Dois homens de Abril criança e uma mulher de Abril mais maduro brilhavam nos olhos de uma assistência raiada de esperança. Tudo envolto numa sintonia serena, discreta, natural, deixando a conversa fluir como as águas mansas de um rio.

 

 

 

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