Os graxas de Sampaio Bruno

(Em tempos tão tristes, rir um pouco não faz mal)

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Poucos serão os que se lembram de uma engraxadoria que havia na Rua Sampaio Bruno, frente ao Café Embaixador, ali à boca da Praça da Liberdade. À entrada de um velho prédio alinhavam-se, se a memória não me atraiçoa, como diz o General Agostinho Costa, quatro caixas de engraxador, assentes no chão.

Frente a cada uma delas havia uma cadeira arredondada, fixada num estrado de madeira, um pedaço mais alto. Uma quinta cadeira, junto à porta interior, destinava-se ao patrão, quando ali aparecia. Entre cada caixa e respectiva cadeira interpunha-se, também fixo no estrado, um suporte metálico em forma de pé, onde o cliente assentava o sapato.

 

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