Luís Cambra, tal como muitos da sua idade, viveu de perto a ditadura imposta pelo regime de Salazar. Fez parte, como tantos, da Mocidade Portuguesa, viveu o 25 de Abril na altura em que cumpria serviço militar e foi destacado para a Guiné pouco depois da revolução, onde se cruzou com vários conterrâneos

Com 71 anos, Luís Cambra, filho do falecido Manuel Cambra, define-se como “um indivíduo sem história”, mas a realidade é bem diferente e basta pouco tempo de conversa para se chegar a essa conclusão. Ainda assim, confessa que já correu “um bocado o mundo”, com a Guiné, onde chegou a estar destacado na altura em que cumpriu o serviço militar, a ter para si um significado especial, tal como África, que admite ter contribuído para a “memória” que hoje tem do mundo. Formou-se em arquitetura, atividade que exerceu durante vários anos, mas hoje admite estar “um bocado afastado” porque confessa não ter paciência para as “burocracias e normas instaladas”.

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