No passado domingo, 16 de junho, S. João da Madeira foi palco de um concerto itinerante realizado pelos diferentes grupos de música de conjunto da Academia de Música de S. João da Madeira (AMSJM). No sentido de abraçar o concelho com o trabalho que se foi desenvolvendo ao longo do ano letivo, a AMSJM contou com o apoio da câmara municipal e envolveu toda a comunidade escolar – alunos, professores, funcionários, Associação de Pais – transformando a cidade num enorme palco aberto a todos os que passaram pela cidade nessa tarde.

Depois da curiosidade criada pela montagem e ensaios realizados pela manhã, às 15h00 deu-se início à jornada musical, na escadaria frontal à capela de Santo António, onde se apresentaram a Orquestra de Guitarras e a Orquestra de Cordas Friccionadas, sob a direção das professoras Vera Lino e Leandra Morais. Terminadas as atuações, o público desceu à escadaria frontal da Casa da Criatividade (Praça 25 de abril) onde, às 16h00 atuaram os grupos corais da escola, desde o Coro de Pais e Coro Juvenil, passando pelos coros dos 6º e 5º anos e terminando com o Coro das Iniciações Musicais, com uma estreia de um pequeno musical dedicado à viagem de Vasco da Gama à Índia, assinalando os 500 anos da sua morte, que teve como autoria textual da professora Ana Catarina Silva e composição musical do professor Nuno Almeida, que dirigiram o concerto.

O percurso continuou até à escadaria do Fórum Municipal, onde às 17h00 se iniciou o concerto da Orquestra de Sopros da Academia, sob a direção do professor Nuno Choupeiro, que com toda a sua energia e sonoridade fechou o périplo, com melodias bem conhecidas do público como “City of Stars”, do musical La La Land, ou “Bohemian Rhapsody” dos Queen.

A original experiência trouxe para a rua a Arte, a Cultura e a Educação que se vive, promove, cultiva e ensina entre portas na Academia de Música, juntando-se desta forma à promoção do dinamismo que a edilidade projeta para uma cidade viva, feliz e em movimento… neste caso das Melodias que o vento espalhou, mas certamente não levou da memória de todos os que de uma forma ou de outra as (ou)viram.

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