Quem assistiu à conversa entre os jornalistas e autores Marta Martins Silva e Paulo Jorge Pereira, moderada pela professora e crítica literária Cristina Marques, a meio da tarde do passado domingo, no coração da cidade, sobre bancos em forma de lápis, sentiu o pulsar da importância de uma determinada mensagem que nunca deve deixar de ser escrita, lida e dita: nada, mesmo nada, é garantido e, por isso, tem de ser diariamente defendido.

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