Obras são “uma indecência”

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Créditos: labor

O ponto de situação da obra da Urgência do Hospital de S. João da Madeira foi mencionado por Manuel Correia, deputado do CDS, e por Jorge Cortez, deputado da CDU. Enquanto o primeiro pediu informações “em concreto” sobre o assunto, o segundo considerou estas obras “uma indecência”. Para Jorge Cortez, isto é “o mínimo que se pode dizer” depois de o hospital sanjoanense ter sido reclassificado com um Serviço de Urgência Básica (SUB) em vez de voltar a ver reposto o Serviço de Urgência Médico Cirúrgica.

O Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga (CHEDV) apresentou a requalificação do SUB do Hospital de S. João da Madeira em abril do ano passado à comunicação social. A obra começou no início de maio, estava prevista terminar ao fim de cerca de dois meses e meio até que parou devido a divergências com o empreiteiro que deixou a obra no fim de janeiro deste ano, depois de ambas as partes terem chegado a um acordo de rescisão do contrato. O CHEDV abriu concurso público em maio para encontrar nova empresa para concluir a obra, mas ficou deserto, abrindo um novo cujo “prazo de apresentação de propostas terminou ontem (dia 25 de junho)”, informou o presidente da câmara Jorge Sequeira, adiantando que o prazo de conclusão da obra está previsto para quatro meses. O labor tentou obter mais informações relativas ao número de propostas recebidas, a data de adjudicação e prazo de conclusão da obra, mas não foi possível “obter até ao momento confirmação e/ou novos dados” sobre este assunto, respondeu o gabinete de comunicação do CHEDV ao labor.

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