Sempre que vejo e sinto que a cidade está a ser maltratada fico “danado”. Acreditem que é verdade.

Caramba! Até no passeio! Já chega! “Xiça que é demais a pouca vergonha”. Lamento! S. João da Madeira (cidade) não pode ser “assaltada por bandos de malfeitores” que não respeitam nada nem ninguém, muito menos as regras do jogo, sabendo da proibição da colagem de cartazes em espaço público não apropriado para o efeito. É uma prática de todo reprovável, mas a que vamos assistindo. S. João da Madeira não é nem nunca foi caixote de lixo, mas consentimos que assim seja.

Não pode ser.

Tem que se pôr cobro a esta situação de todo lamentável. Não me conformo. Peço, por isso, às forças de segurança (PSP) que conjuguem esforços no sentido de identificar os prevaricadores (porque eles andam aí e não se escondem, não são incomodados). E também daí alertar a autarquia de tudo o que é percebido que exprime malvadez na cidade para que possa ser corrigido. É o que neste momento (através da crónica) estou a tentar fazer, assim como peço aos sanjoanenses para denunciarem às autoridades caso assistam a quaisquer atos de vandalismo.

Trata-se de poluição visual. A mesma entende-se como degradação da qualidade ambiental resultante de atividade que diretamente afeta a qualidade de vida, as condições estéticas do meio ambiente urbano, consistindo na proliferação indiscriminada, neste caso de colagem de cartazes junto à praça de táxis (ver foto), assim como em quase toda a Av. Dr. Renato Araújo, que causa prejuízos à paisagem urbana local.

Se me excedi na linguagem escrita peço desculpa. Mas não aceito, não gosto de ver a minha cidade a ser martirizada com este ou qualquer tipo de vandalismo, que só a descaracteriza.

É tão fácil identificar (assim queiramos) o/os suspeitos de colagem de cartazes que usurpam e vandalizam a cidade.

Vou dar uma ajuda!

Lê-se no cartaz – 15 de setembro, Praia Fluvial de Crestuma (Douro Land Sunset).

Artur Nunes
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