Mais do que apenas chapéus, “são chapéus-espetáculo” “aquilo que sai das talentosas mãos de Estibalitz”. 70 desses “chapéus-espetáculo” – como lhes chama a chefe de divisão da Cultura da câmara, Suzana Menezes – podem ser apreciados no Museu da Chapelaria até 28 de abril do próximo ano. Encontram-se distribuídos pelas coleções “Chapéus com Arte”, “Família das Criaturas”, “Noiva 2015”, “Surrealismo”, “Trançado de Palha”, “Plissagem”, “Sem Título” e “Inverno 2016”.

São peças de arte criadas, entre 2014 e 2018, por Estibalitz Diaz de Durana, uma designer espanhola que deixou para trás uma carreira na área do comércio internacional para se dedicar à criação de chapéus. “Estibalitz Diaz de Durana. Entre chapéus e sonhos” traz, pela primeira vez, a Portugal o imaginário criativo desta artista com “particular sensibilidade artística” e “sentido de extravagância e ironia”.

Esta exposição patente em S. João da Madeira sumariza, em grande parte, o que Estibalitz Diaz de Durana pretende comunicar com o seu trabalho: o prazer de usar um chapéu! Aliás, como a própria disse entre nós, “usar um chapéu é como acender uma luz, ilumina-nos”. “É uma maneira de reivindicar a personalidade de cada um”, “dá-nos a oportunidade de ser diferentes”, sublinhou ainda.

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