Orçamento “com falta de ambição”

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DF

Em nota de imprensa enviada ao labor, a coligação PSD/CDS-PP descreve o Orçamento Municipal (OM) de 2019 como sendo “pouco ambicioso” e também pouco inovador. Na ótica da oposição, o orçamento reduz em mais de dois milhões de euros, “por mera incapacidade de execução de obra que já estava financiada por empréstimos, como a ampliação do Parque do Rio Ul, novos campos de ténis e ampliação do Cemitério n.º 1.

Para a coligação, “os sanjoanenses esperavam e mereciam mais e melhor”. “Depois de um 2018 em que ficou muito aquém do expectável, constatamos que o executivo não concretizou até ao momento nenhuma das propostas apresentadas pela oposição, que haviam sido acolhidas. Exigimos, por isso, um compromisso claro com a inscrição das mesmas para o OM 2019” e a sua concretização, defendem os sociais-democratas e centristas, referindo-se à “indispensável intervenção no edifício onde a Tuna d’ Os Voluntários desenvolve a sua atividade”, “de forma a debelar problemas de infiltrações e humidades” e a assegurar “melhores condições de trabalho”.

Relativamente à Casa das Associações, consideram que “necessita de pequenas obras de melhoramento em alguns pisos”. E o mesmo reivindicam para o Centro Coordenador de Transportes.

Em relação ao Auditório Municipal, onde está sedeado o Centro de Cultura e Desporto (CCD), precisa de “obras de reparação das casas de banho e climatização do auditório. Já o piso inferior, onde funciona a Banda de Música, “necessita de uma intervenção de adaptação e ampliação”.

Algo que, em seu entender, também são “necessidades prementes” é o fecho do auditório na Academia de Música e a reabilitação da sede dos escuteiros.

A coligação PSD/CDS-PP quer ainda a adaptação do Palacete dos Condes para instalação da Universidade Sénior do Rotary Club e a revitalização do Cartão Jovem Municipal.

Na área da Educação, “onde esperávamos muito mais investimento, “ficamos com a sensação de que o orçamento apresentado é muito curto, o que nos levou a anunciar várias propostas, das quais destacamos uma intervenção global em todas as escolas do 1.º ciclo e pré-escolar, quer fisicamente, quer em termos de equipamento, num total de investimento de mais de um milhão de euros, o programa Resolve na Hora, a Escola Mais Tech e Escola Aberta à Comunidade, aumento do número de bolsas, Programa + Escola, entre outras”

“Com o passar do tempo começamos a ficar apreensivos com a atitude deste executivo que não mostra sinais de viragem. E se assim continuar, regredimos e perdemos a centralidade que durante anos marcou S. João da Madeira”, avisa, justificando a sua abstenção aquando a votação do OM: “estamos a dar uma segunda oportunidade para que o executivo possa cumprir com a sua palavra”.

 

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