Este foi um fim de semana positivo para o voleibol da APROJ, apesar de nem todas as equipas terem conseguido a vitória. O destaque vai para o escalão de minis A com a conquista do Torneio de Natal da Associação de Voleibol do Porto, realizado na Madalena. Vitória após vitória, a equipa foi subindo degraus, num torneio que se tornou um pouco monótono já que a APROJ jogou quase sempre contra o Clube Atlântico da Madalena. “Isto deve-se ao fluxo de adesão ao voleibol nestas zonas”, explica o treinador, Miguel Veloso. Na final, a APROJ acabou por vencer o Esmoriz Ginásio Clube, alcançando o primeiro lugar do torneio. Mais importante que os resultados está o progresso dos atletas, salienta o técnico da equipa, sublinhando, mais uma vez, que “a formação está acima de qualquer resultado”.

No mesmo sentido esteve a equipa de juniores que, de regresso à competição, após três semanas de paragem, entrou nesta fase do Campeonato Regional com uma vitória frente à formação do FC Infesta. O jogo, sempre muito disputado, mas com muitos erros técnicos individuais de parte a parte, foi mais favorável à APROJ, pois procurou sempre superar-se. Com um primeiro set sempre controlado, a equipa sanjoanense apostou num serviço tático para se evidenciar na construção da transição, obtendo bons resultados e ganhando com alguma tranquilidade. No segundo set, a APROJ entrou muito mal no capítulo da receção, deixando o adversário cavar um fosso no marcador com um diferencial de 13 pontos. No entanto, e com alguma persistência e eficácia, a equipa de S. João da Madeira conseguiu igualar o jogo após os 20 pontos e vencer o set, com opções atacantes muito eficazes, deitando as aspirações do FC Infesta por terra.

No terceiro set a APROJ não se deixou levar pelo forte serviço da equipa adversária, construindo bons side-outs e mantendo uma organização defensiva acima da média, o que lhe possibilitou fechar com alguma vantagem e tranquilidade.

Desfecho diferente registou-se nos escalões de cadetes e iniciadas. Frente ao primeiro classificado do grupo, não se esperava um jogo fácil para as mais velhas da APROJ e isso foi evidente no primeiro set, com o Castêlo da Maia a entrar muito forte no serviço, não dando hipóteses ao conjunto sanjoanense de obter uma boa receção a fim de poderem organizar o side-out.

No segundo set, e já com algumas possibilidades de organização atacante após boa receção, as cadetes da APROJ não conseguiam superar a organização defensiva da equipa adversária, sendo estas mais eficazes na transição. No terceiro e último set, procurando sempre novas possibilidades para pontuar, a equipa da APROJ foi sendo mais eficaz nas suas opções atacantes, mas perdulária nos erros forçados, nomeadamente no serviço, dando pontos consecutivos à equipa adversária em momentos chave do set.

O mesmo aconteceu com as iniciadas, na deslocação a Vila do Conde, para defrontar um adversário que ocupa o terceiro lugar do campeonato. O jogo não correu bem para a equipa de S. João da Madeira. Muitos erros de receção criaram alguma desmotivação na turma comandada por Filipa Monteiro. A treinadora reforça que a APROJ vai “continuar a trabalhar para melhorar os resultados”.

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