Câmara colocou novo “banco de lápis” na Torre da Oliva

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Os próximos bancos começam a ser executados em janeiro

A Câmara Municipal de S. João da Madeira apanhou tudo e todos de surpresa com a instalação de três bancos de jardim transformados em “bancos de lápis” no dia 14 de dezembro no Largo do Souto, na Avenida Dr. Renato Araújo. Precisamente uma semana depois, no dia 21 de dezembro, colocou um quarto banco junto à Torre da Oliva, divulgando, desta vez, a iniciativa à comunicação social que acompanhou o momento.

O vice-presidente José Nuno Vieira teve a ideia de juntar bancos de jardim e lápis que, em conjunto com a Viarco e os trabalhadores do Município, ganhou vida e conseguiu chegar a “este produto final que ficou espetacular”, descreveu o próprio sobre este objeto que passará a ser “um símbolo da cidade e do património industrial que dá uma imagem forte a S. João da Madeira”.

Os próximos bancos vão ter “os primeiros e típicos lápis produzidos pela Viarco com produção no início do próximo ano”, adiantou José Nuno Vieira, reforçando a ideia já transmitida anteriormente pelo presidente da câmara, Jorge Sequeira, de que existem “outras ideias além dos lápis (como símbolo identitário da cidade) para desenvolver posteriormente” que constavam no programa eleitoral dos socialistas.

Estes “bancos de lápis” são reflexo de “um bom trabalho que orgulha toda a gente”, destacou o vice-presidente. Entre os presentes na instalação do novo banco estiveram Alberto Vieira, carpinteiro, e Manuel Cunha Pintor, “os dois principais obreiros, mas que contaram com a ajuda dos colegas” e Marisel Pinto, arquiteta, que acompanhou todo o processo, deu a conhecer José Nuno Vieira.

A Viarco é “uma empresa privada que tem encontrado obstáculos em criar parcerias com a câmara municipal por ser isso mesmo uma empresa privada”, disse o administrador José Vieira.

“Temos de encontrar maneiras de nos relacionarmos”, defendeu José Vieira, principalmente “quando temos um parceiro como o Município com ideias destas e que de um momento para o outro produz as mesmas e recebe a aprovação da comunidade”.

Os “bancos de lápis” são “uma imagem de marca da cidade como cidade industrial com criatividade e inovação”, acrescentou Alexandra Alves, responsável do Turismo Industrial.

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