O último fim de semana não correu da melhor forma para o voleibol da APROJ, que não conseguiu vencer em nenhum dos escalões que teve em competição.

Em Matosinhos a equipa de cadetes não teve muitas armas para contrariar um adversário mais coeso ao nível técnico. Com muitos erros de receção no primeiro set, a APROJ permitiu que as locais se distanciassem no marcador e nunca mais conseguiu impor o seu site-out. Nos dois sets seguintes a equipa sanjoanense esteve melhor na construção ofensiva e com os índices de receção a melhorar, mas, mesmo assim, não conseguiu criar grandes dificuldades à formação de Matosinhos. De destacar os vários erros do árbitro do encontro, nomeadamente no segundo e terceiro sets, prejudicando o trabalho do conjunto de S. João da Madeira.

No escalão de iniciadas a sorte não foi diferente com a APROJ a ceder diante do Santo Tirso, uma das equipas mais competitivas desta fase. No primeiro set o serviço forte de algumas atletas adversárias fez com que a equipa sanjoanense errasse algumas bolas, mas na defesa a turma orientada por Filipa Monteiro esteve bem. O mesmo não aconteceu no set seguinte, com a APROJ a entrar muito desconcentrada. Já o terceiro set foi o melhor da equipa, que lutou do início ao fim, obrigando o Santo Tirso a falhar em alguns momentos. Apesar disso, a equipa adversária foi mais cautelosa e dois erros da APROJ perto do fim deram a vitória à formação da casa.

O escalão de juniores também cedeu. Após a vitória frente ao Infesta, a formação sanjoanense entrou no jogo com a ambição de somar pontos, mas uma melhor coesão ao nível defensivo e com um KII mais eficaz, a equipa de Vila do Conde levou a melhor no set inicial, com a APROJ a acumular alguns erros técnicos na fase final. No segundo set as atletas de S. João da Madeira entraram mais eficazes nas ações ofensivas e com um serviço forte, somando pontos no marcador, chegaram confortavelmente aos 24-21, mas alguma ansiedade permitiu que o adversário alcançasse a igualdade (24-24). Contudo, um serviço eficaz e com outro contra-ataque ao segundo toque, a APROJ surpreendeu as adversárias e fechou com 26-24.

Nos sets seguintes a equipa comandada por Cláudio Laranjeira acumulou muitos erros de receção, logo nos pontos iniciais, o que fez a equipa “baixar” os braços, nunca conseguindo impor de novo o seu jogo.

Já a equipa de minis B entrou no Torneio de Ano Novo com as expectativas altas, terminando a competição na sexta posição. “Poderíamos ter feito mais. Este resultado deveu-se à má prestação das atletas, quase sempre desconcentradas. Não acertaram na receção, o que contribuiu para que não houvesse fluxo de jogo para finalizar em condições normais”, sublinhou o treinador, Miguel Veloso. “Teremos que rever todo o processo feito até aqui para que não volte a acontecer”, acrescentou o técnico.

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