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Depois de uma breve paragem, os vários escalões da APROJ regressaram à competição. No último fim de semana os minis A do clube competiram, no Pavilhão Municipal do Arcozelo, em dois níveis (avançado e intermédio), no Torneio de Carnaval. Em avançado os jovens da APROJ tiveram pela frente adversários de peso e não somaram vitórias. No primeiro jogo, com o SC Arcozelo B, a equipa perdeu por 53-27, e no encontro seguinte a derrota repetiu-se, desta vez contra o EGC A (70-22). A APROJ cedeu ainda perante o EGC A (70-22) e contra o EGC C (27-57). Com as derrotas os jovens desmotivaram e voltaram a defrontar o EGC E, perdendo por 55-26. O último jogo foi o mais renhido, com os Minis A darem luta, mas a perderem por 45-40 frente ao EGC D.

No nível intermédio, o torneio também foi exigente. No primeiro encontro, frente ao Esmoriz I, a APROJ venceu por falta de comparência, medindo depois forças com o Canidelo A, onde o adversário triunfou por 36-22. De seguida, com o Arcozelo D, a equipa da casa ganhou (41-20). Frente ao EGC G, a APROJ perdeu por 37-17, mas, no último jogo, arrancou uma vitória folgada frente ao Arcozelo E (54-16).

Já a equipa de iniciadas venceu a turma de Arouca. A APROJ obrigou o adversário a cometer alguns erros e depois de conseguir o empate (23-23), fechou o set por 25-23. No segundo as sanjoanenses entraram com outra atitude e, desde logo, conseguiu uma margem de segurança que permitiu arriscar mais no ataque, não dando hipótese ao Arouca, vencendo por 25-19. No terceiro set a APROJ ganhou distância no marcador, fechando com 25-7.

Já as cadetes não tiveram armas para ultrapassar o Gondomar, que começou melhor o jogo e não permitiu que a APROJ se organizasse. Com erros no serviço e ataque, a equipa de S. João da Madeira amealhava pontos para o adversário em catadupa.

Por sua vez, as juniores alcançaram resultados distintos em jornada dupla. No primeiro encontro, frente ao segundo classificado, a APROJ entrou bem na partida, mas na reta final do primeiro set a equipa adversária, com uma frente de rede mais poderosa, concluía as jogadas de forma mais eficaz.

Nos dois sets seguintes, a APROJ não conseguiu impor o seu jogo, pecando muitas vezes por erros não forçados, técnicos e muitas falhas de receção, aliadas ao forte serviço da equipa adversária.

No segundo encontro, frente a um adversário mais acessível, a equipa de S. João da Madeira não vacilou e trouxe os três pontos. Sempre com um bom serviço tático, a APROJ ultrapassava o jogo ofensivo do adversário, aliado a um side-out quase sempre bem conseguido.

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