Contrariamente ao PSD e ao CDS-PP, o Bloco de Esquerda (BE) foi um dos partidos que, aquando da votação do Orçamento de Estado para 2019, aprovaram o Programa de Apoio à Redução do Tarifário dos Transportes Públicos (PART) que entrou em vigor a 1 de abril.

“Este novo tarifário tem a marca do Bloco de Esquerda e das suas propostas”, fazem questão de dizer os bloquistas em comunicado enviado ao labor, depois de terem estado na última segunda-feira no Centro Coordenador de Transportes (CCT) de S. João da Madeira onde deram uma conferência de imprensa sobre o assunto e distribuíram material informativo referente ao PART.

Na nota de imprensa recebida pelo nosso jornal, a Comissão Coordenadora Distrital de Aveiro do BE chama a atenção para que, “apesar da importância desta iniciativa, não existe ainda informação disponível no CCT e há ainda operadores que não estão a aplicar os novos tarifários”, fazendo que “muitas pessoas” estejam “a ser prejudicadas”.

E por esta razão “insta a câmara municipal a divulgar informação junto dos utilizadores de transportes públicos” e a “pressionar todos os operadores a aderirem rapidamente ao novo programa tarifário e a pressionar a Área Metropolitana do Porto para alargar o Andante a todos os concelhos”. “É ainda fundamental que o passe familiar entre em vigor o mais rapidamente possível”, defende o Bloco através da nota informativa remetida ao labor.

“Com estes novos tarifários os passes mensais para circular em toda a Área Metropolitana do Porto ficarão por 40 euros, o que representará uma poupança de muitas dezenas de euros, por mês, para muitas famílias”, fazem ver os bloquistas, dando ainda um exemplo: “Um estudante que faça uma viagem diária de S. João da Madeira para o Porto pode poupar, mensalmente, mais de 50 euros, podendo ainda utilizar, pelo mesmo preço, outros transportes, como o Metro do Porto”.

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