A presença de Ângela Ferreira, secretária de Estado da Cultura, estava prevista para a inauguração das duas exposições – “Extravaganza”, com curadoria de Antonia Gaeta e com base em obras da Coleção “Treger/Saint Silvestre” e “Trabalho Capital – Ensaio sobre gestos e fragmentos”, comissariada por Paulo Mendes, a partir de obras da Coleção Norlinda e José Lima e de património da Oliva –  no dia 13 de abril, pelas 21h30, no Centro de Arte Oliva.

Por impossibilidade de estar presente a essa mesma hora, Ângela Ferreira pré-inaugurou as exposições durante a tarde de sábado passado, acompanhada de Jorge Sequeira, presidente da câmara, vereadores, Andreia Magalhães, diretora do Centro de Arte Oliva, colecionadores e curadores, informou o gabinete de comunicação municipal ao labor.

Asecretária de Estado da Cultura “saudou o Município e os colecionadores por estarem a disponibilizar acesso à arte ao público em geral, lembrando que cultura é sinónimo de competitividade dos territórios e de coesão territorial”, lê-se na notícia sobre este momento publicada no site do Município, acrescentando que Ângela Ferreira teve ainda oportunidade de visitar a exposição itinerante “Contra a Abstração”, da Culturgest, com obras da Caixa Geral de Depósitos.

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