Cucujães e Feirense foram os vencedores do VIII Torneio Petizes ADS, mas foi a alegria e o fair play que imperaram, ao longo dos dois dias, entre as dezenas de participantes desta competição, onde os resultados desportivos assumem pouca relevância. Um total de 28 equipas, de 14 clubes, distribuídas por dois escalões (Petizes A e Petizes B), marcaram presença, nos dias 19 e 20 de abril, neste evento organizado pelo departamento de futebol de formação da Associação Desportiva Sanjoanense e que tinha como objetivo estimular o convívio entre os jovens participantes. “Acreditámos que foi um sucesso”, afirma Élio Almeida, coordenador do futebol de formação do clube alvinegro, assegurando que “o principal objetivo foi conseguido”. “Pretendíamos que o evento fosse uma festa do futebol e que vencesse o fair play e isso foi alcançado. Ver a alegria de todos os atletas, mesmo os que perdiam e continuavam com um sorriso por estarem a adorar participar no torneio, foi recompensador. Também foi importante perceber se todos os elementos do staff das equipas envolvidas estavam satisfeitos”, explica o responsável, realçando que tudo decorreu dentro do previsto. “Não faltou nada e cumprimos com os horários ao minuto, algo que não é muito normal”, acrescenta o coordenador, admitindo que “já várias equipas pediram para voltar na próxima época”.

Numa competição exclusiva aos escalões de petizes, Élio Almeida acredita que foi o conceito implantado que também contribuiu para o sucesso e crescimento deste torneio que o responsável garante ser o único em Aveiro dirigido aos atletas destas idades. “Não há mais escalões a participar e isso torna-se fundamental para o sucesso do evento. São crianças com a mesma faixa etária, em que muitos deles pensam da mesma forma e querem as mesmas brincadeiras e isso faz com que a envolvência seja diferente”, esclarece o coordenador, que apesar de não colocar de parte o alargamento a outras equipas, “que têm pedido para participar”, não vê isso como uma prioridade. “Não queremos desvirtuar o conceito”, refere, dando como exemplo o cuidado que a organização tem com os horários e com o tempo de jogo. “Temos a preocupação para que não seja mais um torneio onde se jogam partes de 10 minutos e que acaba pela noite dentro”, refere Élia Almeida, frisando que a mensagem passada aos treinadores do clube alvinegro era, “acima de tudo, para os atletas se divertirem”. “Os resultados eram o menos importante. São crianças com idades entre os quatro e os seis anos e, por isso, a classificação passa para segundo plano”, conclui.

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