A greve da função pública marcada para o dia 11 de maio teve algum, mas não muito impacto em S. João da Madeira.

A começar pela Câmara Municipal e pela Junta de Freguesia de S. João da Madeira que funcionaram dentro da normalidade.

A câmara municipal funcionou “normalmente”, afirmou o gabinete de comunicação, não conseguindo adiantar dados concretos sobre o número de funcionários que poderão ter aderido à greve. “A greve da função pública não afetou o bom funcionamento da Junta de Freguesia de S. João da Madeira, uma vez que nenhum funcionário fez greve”, informou o gabinete de comunicação ao labor.

Ao nível dos três agrupamentos de escolas, quatro estabelecimentos de ensino fecharam devido à adesão de funcionários à greve.

No Agrupamento de Escolas (AE) Dr. Serafim Leite “fechou a Serafim Leite (escola sede) da parte da tarde” devido à adesão de “um terço” dos funcionários à greve da função pública, deu a conhecer a diretora Anabela Brandão a pedido do labor.

Já no AE João da Silva Correia “a EB1/JI das Fontainhas encerrou e a EB2,3 fechou no período da tarde”, confirmou o diretor Mota Garcia. No AE Oliveira Júnior a escola sede esteve encerrada durante o dia tal como pudemos constatar no aviso colocado à entrada da mesma no dia da greve da função pública. Tentámos saber qual o impacto desta greve em todos os estabelecimentos de ensino deste AE, bem como o número de funcionários que aderiu ao mesmo, mas não recebemos informação até ao fecho da edição.

Tanto o Centro de Saúde como o Hospital de S. João da Madeira funcionaram normalmente pelo que conseguimos apurar na nossa ronda pelos mesmos no dia da greve. Apesar do labor ter pedido os dados do impacto desta greve nestes dois estabelecimentos de saúde, não conseguimos obter tal informação até ao fecho da edição.

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