Município foi o mais solidário do Entre Douro e Vouga e o terceiro mais solidário do distrito de Aveiro

 

A mais recente campanha de recolha de alimentos do Banco Alimentar Contra a Fome realizou-se no fim de semana passado, de 25 a 26 de maio, em todo o país.

Ao todo, os 40 mil voluntários presentes nas 2.400 instituições parceiras receberam 1.605 toneladas de alimentos doados pelos cidadãos que permitirão ajudar os mais de 400 mil portugueses apoiados pelos 21 Bancos Alimentares Contra a Fome existentes em Portugal.

Já o Banco Alimentar Contra a Fome de Aveiro angariou 98.246 quilos de alimentos com a ajuda dos 14.000 voluntários nos 145 estabelecimentos comerciais espalhados pelos seus 21 municípios. De todos, S. João da Madeira é o terceiro mais solidário ao nível distrital com a recolha de 6.258 quilos de alimentos, sendo apenas ultrapassado por Espinho (7.095) e Aveiro (18.621), e o Município mais solidário do Entre Douro e Vouga seguido de Santa Maria da Feira (5.432), Oliveira de Azeméis (4.582), Vale de Cambra (3.919) e Arouca (2.456).

“Estes géneros alimentares começam a ser distribuídos às instituições a partir da próxima semana”, afirmou Odete Marques, presidente do Banco Alimentar de Aveiro, em informação enviada à imprensa a que teve acesso o labor.

E assim continua uma prática semelhante à de campanhas anteriores seja no distrito ou no país. Entre as instituições que irão receber os bens alimentares angariados estão cinco de S. João da Madeira que apoiam 228 famílias que correspondem a 1.220 pessoas.

Apesar do número de alimentos recolhidos ter sido inferior a nível local e nacional, em relação à última campanha de recolha de alimentos realizada em dezembro de 2018, a onda de solidariedade continua. Quem não teve oportunidade de contribuir para esta campanha, pode fazê-lo através de doações online (www.alimentestaideia.pt)  ou da Campanha “Ajuda Vale” nas lojas Pingo Doce/Feira Nova, Dia/Minipreço, E Corte Ingles, Jumbo/Pão de Açúcar, Lidl e Modelo/Continente com os cupões-vale dos produtos selecionados até ao dia 2 de junho.

A primeira campanha de recolha de alimentos deste ano ficou ainda marcada pela introdução de “sacos de transferência reutilizáveis” para “sensibilização dos doadores” em relação à “reutilização dos próprios sacos de papel” com o intuito de “reduzir o número de sacos utilizados, seja de plástico, seja de papel, e assim os respetivos impactos ambientais”, concluiu Odete Marques na informação enviada ao labor.

 

 

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