“A respeito da presença de animais em espetáculos circenses”, esclareceu o Município

 

A Ani S. João – Associação Amiga dos Animais de S. João da Madeira, escreveu uma carta aberta ao presidente da câmara, Jorge Sequeira, sobre a sua posição contra a instalação do circo Victor Hugo Cardinalli, de 7 a 10 de junho, junto ao Complexo Desportivo Paulo Pinto, pelo facto de ter tido conhecimento de que este iria usar animais no seu espetáculo indo contra ao que havia sido decidido no mandato anterior pelo Município.

O anterior presidente de câmara, Ricardo Figueiredo, decidiu “ter colocado a nossa cidade livre da actuação de circos com animais em 2017” e essa decisão continuou a ser adotada pelo seu sucessor Jorge Sequeira. A associação criou ainda uma petição com o mesmo intuito da carta aberta, sensibilizar contra o uso de animais em espetáculos de circo, que contava com 361 assinaturas até ontem de manhã.

A Câmara Municipal de S. João da Madeira reagiu a esta situação depois de confrontada com a mesma pelo labor.

Acerca deste assunto, o gabinete de comunicação camarário informou que “no alvará de licença de utilização para recintos itinerantes n.º 1/2019, emitido a requerimento do Circo Victor Hugo Cardinalli, consta expressamente que é interdita a utilização de animais selvagens nos espetáculos que pretende levar a efeito na cidade, nos termos de deliberação aprovada em reunião de câmara no dia 19 de setembro de 2017”, esclarecendo que “não existe alteração da política do Município de S. João da Madeira a respeito da presença de animais em espetáculos circenses que se realizam na cidade”.

No seguimento do esclarecimento prestado pelo Município, a carta aberta e a petição da Ani S. João ficaram “sem efeito”, confirmou a vice-presidente Raquel Gomes de Pinho ao labor.

 

 

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