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GICA, 65 – AD Sanjoanense, 53

AD Sanjoanense: Andreia Peixoto, Alexandra Ferreira, Maria Leite, Marta Morgado, Rita Reis, Sofia Cavadas, Bruna Cruz, Beatriz Campos, Carolina Cabral.

Treinadores: Frederic Pina e Tiago Bastos.

GICA: Raquel Teixeira, Diana Almeida, Sofia Pires, Ana Silva, Bruna Alves, Joana Santos, Carolina Coelho, Daniela Reis, Ana Martins, Ana Trindade, Milena Santos, Alda Perez.

Treinadores: Sérgio Silva e Luís Seixo

Parciais: 7-15; 19-37; 29-52; 53-65.

Depois de ultrapassar a equipa do Diogo Cão nas meias-finais, conseguindo a presença no jogo decisivo da Taça Nacional, as expetativas eram elevadas e a vitória na Guarda um objetivo, mas, apesar de todo o empenho, a Sanjoanense não conseguiu ultrapassar a experiente equipa do GICA.

As alvinegras estavam conscientes que para este encontro precisavam contrariar o favoritismo e travar as principais armas do adversário. E no início o conjunto de S. João da Madeira teve muitas dificuldades para parar os pontos fortes do Gica, que apresentou percentagens muito boas de lançamentos, ao contrário da Sanjoanense que foi infeliz nesse capítulo na fase inicial do encontro.

Ao intervalo 18 pontos separavam as duas equipas, com vantagem para formação de Águeda, diferença que se antevia difícil de reverter, mas as alvinegras não desistiram e procuraram mudar o rumo da partida, conseguindo uma boa reação a meio do terceiro período, mas já demasiado tarde para inverter a marcha do marcador. Com 26 pontos de desvantagem, a Sanjoanense conseguiu um parcial de 15-0, reduzindo a diferença para 10 pontos, mas não teve tempo para melhorar mais.

Apesar da derrota, de sublinhar o esforço das alvinegras, com muitas a jogarem em claro esforço físico devido às mazelas das últimas semanas.

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