No valor de cerca de 120 mil euros

No decorrer das visitas agendadas para a passada segunda-feira, Jorge Sequeira disse mesmo que tinham escolhido aquele dia, assim como a última sexta (dia 28 junho), para mostrar obra feita. E assim foi.

Na Academia de Música de S. João da Madeira (AMSJM), acompanhado pelo “vice” José Nuno Vieira e também por técnicos da câmara, o presidente deu a conhecer aos jornais da terra “uma reivindicação com muitos anos que, finalmente, foi resolvida, e bem resolvida”.  Nesta instituição de ensino sob alçada da Associação Cultural Alão de Morais, foram fechados três vãos.  Uma intervenção no valor de 20 mil euros que foi levada a cabo de forma a “garantir o isolamento acústico do auditório e a sua utilização plena”.

“Sem criticar o passado, conforme fez questão de sublinhar, o autarca usou a “metáfora do queijo suíço” para explicar os “orifícios” que havia e que deixaram de existir depois desta intervenção camarária. “Era esteticamente interessante, mas o auditório e o seu funcionamento normal enquanto espaço pedagógico e de concertos estava limitado porque não estava selado”, fez ver à comunicação social, acrescentando que “a entrada de público, a circulação de visitantes e a invasão sonora de outras salas prejudicavam seriamente a capacidade de utilização deste espaço”.

Aquilo que não era uma necessidade há uns anos, quando o edifício foi requalificado, porque na altura “o auditório não funcionava com a vertente pedagógica que é necessário ter agora” é atualmente. “Tornou-se necessário garantir as suas estanquicidade e insonorização”, afirmou Jorge Sequeira assegurando que se tratou de “uma intervenção pouco invasora da arquitetura pré-existente”. Esta – como completou – foi executada pela autarquia “em diálogo com a direção da Academia de Música”.

Por falar em direção da AMSJM, o seu “número um” ficou-se por um “muito obrigada à câmara”. De acordo com José Resende, esta “era uma aspiração” desde quando assumiu o órgão diretivo há quase cinco anos, que só foi possível concretizar graças à edilidade.

José Resende aproveitou a oportunidade para dar nota que as próximas aspirações da Academia de Música passam pela compra de cadeiras e pelo alargamento dos degraus do auditório. Na ocasião, o diretor ainda deu a entender que está de saída da instituição, o que mais tarde veio a confirmar ao labor em conversa já à margem da visita.

Espaço ao ar livre na ex-Fundação Salazar com “nova vida”

Inês Leite

Depois de um investimento de aproximadamente 100 mil euros, um espaço ao ar livre na ex-Fundação Salazar, no Parrinho, que estava “inutilizado” foi agora devolvido à população com uma “nova vida”. A inauguração desta requalificação ainda não tem data marcada, até porque faltam alguns pormenores como, por exemplo, a colocação de papeleiras, mas a autarquia quis fazer esta “visita técnica” ao local.

“Resolveu-se um problema antigo” em termos de “impermeabilização da laje”, acabando com as infiltrações no interior das garagens e lojas ali existentes, e “criou-se uma zona de lazer com equipamentos desportivos”, explicaram José Nuno Vieira e José Castro Ferreira, respetivamente, o vereador e o chefe da Divisão das Obras Municipais. Digamos que esta obra, que levou quase meio ano a ser executada, “foi um dois em um”.

 

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