Dejetos de cães e de gatos

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Tem-se verificado um certo “desleixo”, de alguns moradores residentes em S. João da Madeira, relativamente à não recolha dos dejetos deixados pelos seus animais quando são trazidos à rua. 

Apesar de várias chamadas de atenção por quem se sente incomodado, que é o meu caso, os donos dos animais “teimam” em não dar ouvidos às reclamações, mesmo sabendo que (só que a fiscalização não atua), ao não limparem os dejetos dos animais que são seus, sujeitam-se a uma coima (não é leve) de 300 euros, de acordo com o Regulamento de Resíduos e Limpeza Urbana.

Trata-se de desleixo, desrespeito por quem gosta de ver a sua cidade limpa, em condições favoráveis à saúde pública, abuso e irresponsabilidade. É desta forma que interpreto a situação, interpreto e sinto mesmo incómodo quando verifico dejetos espalhados pelos passeios, nos espaços verdes entre a Rua Dr. Maciel e Rua Durbalino Laranjeira. É certo que passear com os cães e gatos, “animaizinhos de estimação”, é disto que se trata, é nos dias de hoje um programa, um ritual que atravessa famílias (até a moda passar) e é importante que se faça, tanto para a saúde como para a mente do animal. O que não é admissível é que os donos dos animais não tenham o mínimo de pudor pela não recolha dos dejectos.

Pois se o fizessem estavam a contribuir para um ambiente mais saudável da sua própria cidade.

À câmara faço uma chamada de atenção, assim como alerto para o problema que considero grave e, ao mesmo tempo, apelo que se faça uma forte campanha de sensibilização, assim como para o civismo aos donos dos animais e a não menos forte fiscalização responsabilizando os prevaricadores ao não zelarem os espaços públicos da cidade.

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