Patente no Centro de Arte Oliva 

A exposição “Trabalho Capital” foi visitada por antigos funcionários da fábrica Oliva, guiados por Paulo Mendes, comissário responsável por esta instalação artística.  Momento que, segundo comunicado camarário enviado ao labor, serviu também para o reencontro e o convívio de ex-colegas, que puderam apreciar juntos uma exposição com ligações ao próprio passado profissional.

É, precisamente, num dos pavilhões industriais das antigas instalações da icónica metalúrgica sanjoanense que funciona o Centro de Arte Oliva (CAO). Esta exposição pretende evocar a “memória social e política da fábrica Oliva, associando essa memória a este espaço museológico”, tal como explicou Paulo Mendes aos visitantes.

Os 40 ex-colaboradores que marcaram presença nesta visita guiada tiveram assim a oportunidade de interpretar a exposição com a presença do comissário, que foi explicando os motivos das obras selecionadas, bem como das instalações artísticas que as envolvem.

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Nesta mostra, como refere também a nota de imprensa da autarquia, existem inúmeras intervenções que transformam as galerias do CAO num cenário industrial, que remete, precisamente, para a memória da fábrica Oliva e para um espaço de trabalho, de transformação e transição. “Procuramos proporcionar uma experiência única a quem vem aqui visitar, recuperando o ADN deste espaço”, explicou Paulo Mendes aos presentes.

As obras de arte contemporânea escolhidas a partir do acervo da coleção Norlinda e José Lima encaixam, portanto, num contexto transformado por inúmeras peças ali instaladas, entre as quais, paredes em tijolo, andaimes e diversos materiais industriais. No total, estão envolvidos 115 artistas e 150 obras expostas.

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