Os alunos eleitos para a Assembleia Municipal Jovem (AMJ) de S. João da Madeira, no ano letivo 2018/2019, visitaram a Assembleia da República e outros edifícios importantes na história da democracia em Portugal.

A viagem de estudo realizou-se na última semana e marcou o final da segunda edição da AMJ, um projeto lançado em 2018 pela Assembleia Municipal de S. João da Madeira, em conjunto com a câmara e as escolas da cidade.

Os jovens sanjoanenses foram guiados pelo deputado e historiador Diogo Leão no parlamento nacional, tendo contactado ainda com a presença de eleitos de diferentes bancadas. Seguiu-se a passagem pela Presidência do Conselho de Ministros, onde a comitiva de S. João da Madeira foi recebida porMariana Vieira da Silva, atual ministra da Presidência e da Modernização Administrativae por Tiago Antunes, secretário de Estado da Presidência de Conselho de Ministros.

Visita guiada ao Museu Nacional da Resistência e da Liberdade

Do programa fez parte uma visita guiada ao Museu Nacional da Resistência e da Liberdade, no Forte de Peniche, quetem como responsabilidade a preservação da memória histórica da “Luta do Povo Português e, em particular, da Resistência à Ditadura, pela Liberdade e pela Democracia”, nota de imprensa enviada ao labor. Para além dos professores ligados ao projeto, os jovens deputados foram acompanhados nesta visita pelo presidente da câmara, Jorge Sequeira, pela vereadora da Educação, Irene Guimarães, pela presidente da Assembleia Municipal, Clara Reis, e pela presidente da junta de freguesia, Helena Couto. Participam ainda autarcas de diferentes bancadas da Assembleia Municipal, assim como técnicos municipais da área da Educação.

Sessões de debate na Assembleia Municipal 

No âmbito deste projeto, ao longo de cada ano letivo, os alunos do 4.º ao 12.º ano dos diferentes agrupamentos escolares sanjoanenses elegem os seus representantes à AMJ, os quais participam em sessões de debate na Assembleia Municipal, com a presença do presidente da câmara e dos vereadores.

Estas sessões promovem o “envolvimento cívico e a intervenção social dos jovens, valorizando as suas opiniões, interesses e vontades, já que têm a possibilidade expor as suas ideias, partilhar as suas preocupações e propor medidas ao executivo”, nota de imprensa enviada ao labor.

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