Nuno Freitas é novo presidente da CP

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Este sanjoanense é “amigo de comboios desde criança e está dentro do assunto”, disse a sua mãe Eva Cruz, conhecida professora na cidade, ao labor

 

A nomeação de Nuno Freitas para ser o novo presidente da transportadora pública Comboios de Portugal (CP) foi anunciada no dia 18 de julho.

Este sanjoanense é “amigo de comboios desde criança e está dentro do assunto”, disse a sua mãe Eva Cruz, conhecida professora na cidade, depois de termos tentado por várias vezes chegar à fala com Nuno Freitas, mas não o conseguirmos ter feito até ao fecho da edição do labor.

Nuno Freitas é “licenciado em Engenharia Eletrónica e de Telecomunicações pela Universidade de Aveiro, com MBA em Gestão de Empresas pela EGE – Universidade Católica do Porto e ESADE Business School Barcelona, e entrou na ferrovia em 1996 através da EMEF, onde foi responsável pela equipa de carrilamento, tendo subido a adjunto do diretor de manutenção no Norte”, segundo o Jornal Público.

De acordo com o mesmo diário, “entre 1998 e 2009 foi responsável por receber e colocar em operação a nova frota da CP de comboios pendulares, tendo, a partir de 2003, implementado nas oficinas de Contumil (Porto) um inovador método de gestão da manutenção – RCM (Reability Centred Maintenance) que foi um sucesso para a operação e que chamou a atenção dos próprios caminhos-de-ferro suíços para os quais a EMEF prestou consultadoria”.

Este sanjoanense, “insatisfeito com a burocracia e a falta de flexibilidade da gestão da EMEF e da CP, fundou em 2013 a Nomad Tech (uma Joint-venture entre a EMEF e a Nomad Digital) de que é diretor-geral e acionista”, avançou o Público, dando nota de que esta “empresa trabalha hoje com algumas das mais exigentes empresas ferroviárias do mundo e tem vindo a aumentar as exportações”.

O diário adianta ainda que “Carlos Nogueira, que liderava a CP desde 1 de julho de 2017, foi demitido por discordar da estratégia do Governo de recuperar carruagens e locomotivas antigas para suprir as faltas de material circulante que têm levado às supressões dos comboios”.

 

 

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