Águas de S. João efetuou “uma intervenção de desobstrução, por solicitação da autarquia,” e “está a monitorizar o local a fim de detetar alguma ocorrência”, avançou o Município ao labor

 

O primeiro alerta sobre as tampas de saneamento junto às piscinas exteriores e aos courts de ténis no Complexo Desportivo Paulo Pinto foi enviado por email pelo munícipe António Oliveira, em abril de 2018, para a empresa municipal Águas de S. João (AdSJ) com o conhecimento do município sanjoanense através de vários emails de outros departamentos, do Centro de Saúde e da Administração Regional do Norte.

No entender deste munícipe “as fotografias falam por si: jorra conteúdo líquido do saneamento para o exterior, para o passeio em calçada portuguesa que dá acesso aos campos de ténis” e “esse líquido permanece no local, causando sujidade e maus cheiros, chegando por fim a secar. Por vezes percebe-se que há bocados de papel higiénico espalhado pelo passeio”, lê-se no email que enviou e a que teve acesso o labor.

Enquanto munícipe inconformado com esta situação, António Oliveira sentiu o dever de exercer o seu direito de cidadania e de apresentar “esta reclamação às entidades que devem promover a solução do problema e às que têm por missão assegurar a Saúde Pública dos Cidadãos”.

Este munícipe recebeu resposta da empresa municipal AdSJ a dizer que para a “a situação em concreto está a ser estudada uma solução técnica adequada, que será oportunamente executada com vista à resolução definitiva do problema” em abril de 2018 e insistiu sobre o ponto de situação da resolução deste problema pela última vez na passada quinta-feira, dia 18 de julho, através de email. Na ausência de resposta, António Oliveira decidiu denunciar esta situação aos órgãos de comunicação social.

O labor pediu uma reação sobre este assunto à Câmara Municipal e ao Centro de Saúde de S. João da Madeira, mas apenas obteve informação por parte do primeiro.

O Município informou que“esta situação fica a dever-se ao facto de a conduta de drenagem de águas residuais em causa ter pouca pendente, o que tem provocado, há vários anos, situações pontuais como a referida, provocadas pelo lançamento na rede de detritos que devem ter outro destino”. Para além disso, a empresa municipal AdSJefetuou no dia 19 de julho “uma intervenção de desobstrução, por solicitação da autarquia,” e “está a monitorizar o local a fim de detetar alguma ocorrência”, avançou o Município ao labor.

 

 

 

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