“Freira Antónia Pinho – O reconhecimento devido”

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A morte da freira Antónia Pinho, a nossa estimada e admirada “Freirinha Tona” chocou-me muito, e sem dúvida  a toda a comunidade Sanjoanense, como foi bem visível nos dias que se seguiram ao seu hediondo assassínio. Não mais esquecerei a sua simpatia e o seu sorriso aberto ao responder a um “Bom-dia” ou “Boa-tarde”, quando a encontrava perto da sua casa ou a meio de um dos percursos realizados na sua “scooter” eléctrica. Estava quase sempre em movimento, no seu afã contínuo de fazer o bem e levar conforto àqueles que deles necessitavam. Foi de facto uma perda irreparável e acho que S. João da Madeira tem uma dívida de gratidão a quem tanto se dedicou a ajudar o próximo.

Por isso acho que é da mais elementar justiça que a nossa cidade venha a honrar de forma perene a memória da “Freirinha Tona”, eventualmente erigindo um singelo mas sentido monumento, que nos lembre e aos vindouros da sua exemplar e frutuosa passagem por esta terra.

Se esta ideia, que já terá sem dúvida sido considerada por outros concidadãos se concretizar, sugiro que o local escolhido para o efeito seja o espaço verde da rotunda situada perto do Estádio Conde Dias Garcia, a poucos metros do apartamento onde residia.

Achei por bem dirigir-me ao jornal labor com esta sugestão pois a sua “voz” activa pode ser um importante catalisador das boas-vontades já existentes ou futuras relativamente a este tema, sobre o qual devemos agir rapidamente, para que não haja hipótese de cair no esquecimento.

Gui Bernardes

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