Obra Ao que tudo indica, Francisco José vai ver finalmente resolvida uma questão que o aflige há já algum tempo. Segundo contou este morador na Rua Comendador Rainho, “vai fazer dois anos” que fez um pedido na câmara “para rebaixamento de passeio e construção de rampa” devido a problemas de saúde da sua esposa, que a impedem de sair de casa pelo próprio pé. Situação que, dentro em breve, se agravará, uma vez que “ela vai ser operada novamente e vão ser mais meses sem poder movimentar-se”, acrescentou. Ainda de acordo com o munícipe, a obra solicitada “já foi aprovada”, mas foi-lhe dito que “não é uma obra prioritária”.

Já Jorge Sequeira e José Nuno Vieira não disseram o mesmo acerca deste assunto. “Não sei que informação foi transmitida, mas não foi dada uma ordem de prioridades”, assegurou o “vice” da autarquia, que por não ter ficado satisfeito com a solução que lhe tinha sido apresentada  – “rampa com ziguezagues que não seria muito prática” – deslocou-se ao local, com técnicos, “e vimos uma outra solução mais prática”.

Por sua vez, o presidente, não obstante chamar à atenção para que se trata de “um processo que não é instantâneo” e que “temos pessoal escasso ao nosso serviço”, afirmou que “vamos tentar realizar a obra o mais rapidamente possível”.

PSP A questão da falta de efetivos na Esquadra da Polícia de Segurança Pública (PSP) voltou a ser aflorada em sede de executivo municipal. Para a coligação PSD/CDS-PP, “a câmara deve estar disponível para garantir que há respostas concretas de segurança”. Aliás, segundo o vereador Paulo Cavaleiro, “uma equipa à noite é pouco”, devendo o Município diligenciar no sentido de inverter esta situação.

A propósito, Jorge Sequeira disse que “temos contactos frequentes com a PSP” e que, aliás, “sabemos que há uma diminuição de efetivos”. Quanto “às questões de emergência”, o autarca afirmou não ter informação que “haja falhas no socorro”, como Paulo Cavaleiro deu a entender que havia.

Ilustração Tal como vem fazendo desde o primeiro ano, a câmara volta a apoiar o Encontro Internacional de Ilustração (EEI) de S. João da Madeira promovido pela junta de freguesia. Após aprovação unânime em sede de executivo municipal, nesta que é a 12.ª edição, que decorre de 17 a 21 de outubro, o apoio camarário é de 4.500 euros (mais 500 euros do que no ano passado). Além disso, a autarquia cede gratuitamente à organização a Casa da Criatividade, para o Concerto Ilustrado, e a Sala dos Fornos, para a exposição dos trabalhos do EEI.

Atletismo Também foi deliberada unanimemente a atribuição de um subsídio no valor de 3.800 euros ao XXIV Grande Prémio Internacional de Atletismo Alberto Batista, evento coorganizado pelos Serviços Sociais dos Trabalhadores do Município de S. João da Madeira e pela câmara que se realizou no passado dia 5 de outubro.

A propósito, Paulo Cavaleiro (PSD/CDS-PP) recordou a proposta aprovada também por unanimidade em agosto de 2018 e que a “pista de cross Alberto Batista” “precisa de algumas pequenas intervenções e de dinamização”.

Na sequência desta intervenção da oposição, Jorge Sequeira adiantou que, uma vez que “não apareceram concorrentes”, vão relançar o concurso, “dentro de dias”, para a reabilitação do equipamento e que, posteriormente, terá lugar um ato inaugural com direito a descerramento de placa.

Bolsas de estudo Ainda na última reunião de câmara foi aprovado por unanimidade que, este ano letivo, o número total de bolsas de estudo a atribuir a jovens estudantes sanjoanenses do ensino superior, com dificuldades económicas, seja 50 (mais 10 do que as que eram concedidas até à data) e que o montante máximo a conceder, individualmente, seja de 1.063,47 euros. Ou seja, o valor da propina anual.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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