Ao que tudo indica, Francisco José vai ver finalmente resolvida uma questão que o aflige há já algum tempo. Segundo contou este morador na Rua Comendador Rainho, “vai fazer dois anos” que fez um pedido na câmara “para rebaixamento de passeio e construção de rampa” devido a problemas de saúde da sua esposa, que a impedem de sair de casa pelo próprio pé. Situação que, dentro em breve, se agravará, uma vez que “ela vai ser operada novamente e vão ser mais meses sem poder movimentar-se”, acrescentou. Ainda de acordo com o munícipe, a obra solicitada “já foi aprovada”, mas foi-lhe dito que “não é uma obra prioritária”.

Já Jorge Sequeira e José Nuno Vieira não disseram o mesmo acerca deste assunto. “Não sei que informação foi transmitida, mas não foi dada uma ordem de prioridades”, assegurou o “vice” da autarquia, que por não ter ficado satisfeito com a solução que lhe tinha sido apresentada  – “rampa com ziguezagues que não seria muito prática” – deslocou-se ao local, com técnicos, “e vimos uma outra solução mais prática”.

Por sua vez, o presidente, não obstante chamar à atenção para que se trata de “um processo que não é instantâneo” e que “temos pessoal escasso ao nosso serviço”, afirmou que “vamos tentar realizar a obra o mais rapidamente possível”.

Falta de efetivos da PSP preocupa executivo

A questão da falta de efetivos na Esquadra da Polícia de Segurança Pública (PSP) voltou a ser aflorada em sede de executivo municipal. Para a coligação PSD/CDS-PP, “a câmara deve estar disponível para garantir que há respostas concretas de segurança”. Aliás, segundo o vereador Paulo Cavaleiro, “uma equipa à noite é pouco”, devendo o Município diligenciar no sentido de inverter esta situação.

A propósito, Jorge Sequeira disse que “temos contactos frequentes com a PSP” e que, aliás, “sabemos que há uma diminuição de efetivos”. Quanto “às questões de emergência”, o autarca afirmou não ter informação que “haja falhas no socorro”, como Paulo Cavaleiro deu a entender que havia.

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