Das mãos de ex-ministro da Cultura 

A entrega do Prémio Literário João da Silva Correia 2018 (Poesia) ao vencedor Nuno Figueiredo e das menções honrosas aos outros escritores que também se distinguiram pela “qualidade” dos seus trabalhos foi um dos pontos altos da sessão que teve lugar no Salão Nobre do Fórum Municipal.

Nesta edição reativada pela câmara após alguns anos de interregno participaram cerca de 40 escritores, tendo-se destacado, para além de “Manhãs do Mundo” de Nuno Figueiredo, as obras “Imprecisões” de José Manuel Teixeira, “Uma casa de papel onde morar” de Nuno Garcia Lopes, “A qual fonte o sol regressa” de Luís Aguiar, “Os contentores não cabem em caravelas” de Ana Maria Carvalho Pinheiro Vieira e “Eras o cervo que fugia depois de haver-me ferido” de Fernando Manuel da Cruz Cabrita.

Recorde-se que, por decisão da autarquia e com o objetivo de projetar e promover uma maior difusão da iniciativa, este concurso passou a estar aberto também a candidatos sem ligação ao concelho de S. João da Madeira. Medida que contribuiu para que o número de obras enviadas tenha quadruplicado em relação a 2015, ano da edição anterior, como o labor noticiou oportunamente.

Na passada sexta-feira, Nuno Figueiredo,natural deCoimbra onde reside e trabalha, recebeu o galardão das mãos do embaixador, ex-ministro da Cultura, poeta, ficcionista e também membro do júri Luís Filipe Castro Mendes.

Ainda na ocasião, o presidente da câmara garantiu que querem continuar a homenagear João da Silva Correia e a divulgar o seu trabalho, “que bebe das raízes da nossa história e da nossa fundação”. Aliás, oPrémio Literário João da Silva Correia “procura” isso mesmo: “divulgar este vulto junto da comunidade literária do país”, como disse Jorge Sequeira.

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