O último fim de semana de competição foi agridoce para a APROJ. Com quatro equipas em prova a coletividade sanjoanense viu duas vencerem e outras duas saírem derrotadas. A jogar pela primeira vez em casa esta época, o escalão de cadetes defrontou, o SC Espinho uma das equipas com mais tradição e historial no voleibol nacional. Com um serviço constante e uma boa transição, a APROJ manteve sempre o adversário longe no marcador, conseguindo fechar o primeiro set com uma vantagem muito confortável. No segundo a toada foi a mesma e apesar de alguns deslizes na receção, que trouxe algum nervosismo, a APROJ conseguiu ultrapassar essa fase e, com um serviço forte, venceu. Já o terceiro set foi o mais desequilibrado. A formação adversária acusou muitos erros de receção, o que fez com que a as comandadas de Cláudio Laranjeira fossem gerindo o marcador até ao final.

Desfecho semelhante foi alcançado pelo escalão de juvenis frente ao CV Lousada. Foi um jogo com pouca história com a APROJ a dominar a partida do início ao fim, arrecadando uma vitória concludente frente a um adversário que se encontra em fase de iniciação na modalidade.

Já o escalão de infantis não teve a mesma sorte, não conseguindo superar o Boavista. A APROJ começou o primeiro set com algum nervosismo, que se refletiu numa receção ineficaz e alguns erros defensivos, aproveitados pelo adversário para vencer por uns expressivos 25-10. No segundo set a equipa liderada por Miguel Veloso acertou em alguns blocos, mas não conseguiu sair o ataque (side-out), acabando por perder por 25-16. No terceiro e último set a equipa construiu um resultado cuja margem foi inferior à dos dois primeiros, com os elementos menos utilizados, fixando em 25-18.

O escalão de juniores concluiu a jornada com o mesmo desfecho. Na estreia no Campeonato Nacional de Juniores B o conjunto, que está ainda a dar os primeiros passos, mediu forças com o Clube Atlântico da Madalena. Com uma equipa curta, devido a algumas lesões, e sem soluções no banco, o encontro não se adivinhava fácil para a APROJ, que tinha pela frente um adversário com atletas evoluídas e de estatura alta e com elementos que também fazem parte do escalão sénior. A jogar em casa a formação sanjoanense entrou tímida e afetada pela lesão de uma colega na sessão de aquecimento, situação que acabou por influenciar o primeiro parcial. No segundo set a atitude da APROJ mudou bastante, com as atletas a mostrarem-se mais desinibidas e a cometerem menos erros, acabando por ser o mais equilibrado de todo o encontro. No último parcial as comandadas de Paulo Rocha não estiveram ao mesmo nível permitindo uma vantagem inicial de 6-0, tornando-se impossível disputar o marcador face a um adversário de peso.

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