Denuncia a CDU

 

Na Assembleia Municipal (AM) do passado dia 18 de novembro, a CDU propôs baixar o IMI de 0,35 % para 0,33 %, proposta que, se fosse aprovada, permitia diminuir em 5,7 % os gastos das famílias com este imposto, chama à atenção a comissão coordenadora da CDU de S. João da Madeira em nota de imprensa remetida ao labor já depois da sessão da AM.

Esta seria, no entender da coligação, “uma redução perfeitamente suportável pelo Município que tem sacrificado os consumidores de água com faturas que excedem, em muito, o necessário à sustentabilidade do serviço”. Aliás, tanto é assim que, ainda “em 2018, os acionistas da Águas de S. João retiraram da empresa 32 % da faturação” e que 3/4 deste valor foi para os cofres da câmara”.

A Coligação Democrática Unitária vai mais longe denunciando que “entre 2009 e 2018 entraram nos cofres da câmara quase 13 milhões de euros provenientes do negócio da água, injustamente pagos pelos consumidores”. “Soma-se a isto o facto de a empresa se encontrar ilegal, por não ter contrato de concessão da exploração e gestão do abastecimento de água e tratamento águas residuais, como a Lei exige”.

“Apesar de tudo isto, lamentavelmente, a maioria PS, como apoio do PSD-CDS, rejeitou a proposta da CDU”,  remata o comunicado recebido pelo nosso semanário.

 

 

 

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