Breves da Assembleia Municipal

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Linha do Vouga No período de antes da ordem do dia (PAOD), Jorge Corteztrouxe a público a Linha do Vale do Vouga, tema que, como recordou, “desde o início do milénio andamos a debater”. Segundo o deputado municipal da CDU, “o comboio é o melhor meio de transporte do ponto de vista ecológico”. Daí o seu apelo “para que se avance com a reabilitação e não se perca a orientação de ligar Aveiro a Espinho”.

Quanto a este assunto, Jorge Sequeira informou que recentemente ele e outros congéneres tiveram uma reunião de trabalho com a Infraestruturas de Portugal tendo em vista, precisamente, a tão ansiada obra. Na ocasião, o “estudo prévio” esteve sobre a mesa de trabalhos.

Hospital Ainda no PAOD, Jorge Cortez alertou para que o Hospital de S. João da Madeira “funciona muito bem”, mas só “enquanto urgência básica”. Para o membro da CDU, a retirada da urgência cirúrgica da unidade hospitalar sanjoanense e a sua “transferência” para o “S. Sebastião”, em Santa Maria da Feira, “continua a ser um prejuízo para a nossa sub-região”. Aliás, contrariamente ao que muitos querem fazer crer, “aqui não foi reposta a urgência que havia” e lá “a urgência cirúrgica está sobrelotada”.

Água Manuel Neves pediu a palavra no período destinado ao público para relembrar “uma prática que entendo que está errada e que tem de ser corrigida”. Segundo este munícipe, “milhares de sanjoanenses são lesados todos os meses” pela faturação levada a cabo pela empresa municipal Águas de S. João, que chega a não ter em conta as comunicações de leituras feitas pelos consumidores.

Já Jorge Sequeira garantiu não ter “notícia que haja uma lesão generalizada nem sistemática causada pela conduta da empresa”. Mas no caso de existir “um problema” “tem de ser imediatamente corrigido”. “Se existir qualquer cobrança indevida, será reposta”, assegurou o presidente da câmara, para quem “a empresa cumpre a legalidade”. Tanto que fez questão de recordar que “os procedimentos foram auditados por um perito independente”.

“Casqueira” Susana Lamastrouxe à praça, uma vez mais, “o cheiro a Casqueira”. A deputada municipal da coligação PSD/PP perguntou a Jorge Sequeira “se este assunto está a ser acompanhado ou não pela câmara”, uma vez que, segundo um documento a que tiveram acesso e contrariamente ao que o presidente disse em setembro último, a autarquia não compareceu na visita de acompanhamento que houve em maio também deste ano.

“Efetivamente, estamos a acompanhar essas auditorias”, respondeu o edil, segundo o qual a não comparência da técnica camarária nessa auditoria em concreto poderá ter-se devido ao facto de ter decorrido “na altura em que esteve cá uma comitiva do projeto D-Noses”.

TMDP A Assembleia Municipal aprovou por unanimidade fixar a Taxa Municipal de Direitos de Passagem (TMDP) para 2020 em 0,25% sobre a faturação mensal emitida pelas empresas que oferecem redes e serviços de comunicações acessíveis ao público. Segundo o autarca Jorge Sequeira, “em 2018 foram arrecadados 10 mil euros” com esta taxa, enquanto este ano, e até à data, foram amealhados “7.093 euros”.

Linha do Vouga No período de antes da ordem do dia (PAOD), Jorge Corteztrouxe a público a Linha do Vale do Vouga, tema que, como recordou, “desde o início do milénio andamos a debater”. Segundo o deputado municipal da CDU, “o comboio é o melhor meio de transporte do ponto de vista ecológico”. Daí o seu apelo “para que se avance com a reabilitação e não se perca a orientação de ligar Aveiro a Espinho”.

Quanto a este assunto, Jorge Sequeira informou que recentemente ele e outros congéneres tiveram uma reunião de trabalho com a Infraestruturas de Portugal tendo em vista, precisamente, a tão ansiada obra. Na ocasião, o “estudo prévio” esteve sobre a mesa de trabalhos.

Hospital Ainda no PAOD, Jorge Cortez alertou para que o Hospital de S. João da Madeira “funciona muito bem”, mas só “enquanto urgência básica”. Para o membro da CDU, a retirada da urgência cirúrgica da unidade hospitalar sanjoanense e a sua “transferência” para o “S. Sebastião”, em Santa Maria da Feira, “continua a ser um prejuízo para a nossa sub-região”. Aliás, contrariamente ao que muitos querem fazer crer, “aqui não foi reposta a urgência que havia” e lá “a urgência cirúrgica está sobrelotada”.

Água Manuel Neves pediu a palavra no período destinado ao público para relembrar “uma prática que entendo que está errada e que tem de ser corrigida”. Segundo este munícipe, “milhares de sanjoanenses são lesados todos os meses” pela faturação levada a cabo pela empresa municipal Águas de S. João, que chega a não ter em conta as comunicações de leituras feitas pelos consumidores.

Já Jorge Sequeira garantiu não ter “notícia que haja uma lesão generalizada nem sistemática causada pela conduta da empresa”. Mas no caso de existir “um problema” “tem de ser imediatamente corrigido”. “Se existir qualquer cobrança indevida, será reposta”, assegurou o presidente da câmara, para quem “a empresa cumpre a legalidade”. Tanto que fez questão de recordar que “os procedimentos foram auditados por um perito independente”.

“Casqueira” Susana Lamastrouxe à praça, uma vez mais, “o cheiro a Casqueira”. A deputada municipal da coligação PSD/PP perguntou a Jorge Sequeira “se este assunto está a ser acompanhado ou não pela câmara”, uma vez que, segundo um documento a que tiveram acesso e contrariamente ao que o presidente disse em setembro último, a autarquia não compareceu na visita de acompanhamento que houve em maio também deste ano.

“Efetivamente, estamos a acompanhar essas auditorias”, respondeu o edil, segundo o qual a não comparência da técnica camarária nessa auditoria em concreto poderá ter-se devido ao facto de ter decorrido “na altura em que esteve cá uma comitiva do projeto D-Noses”.

TMDP A Assembleia Municipal aprovou por unanimidade fixar a Taxa Municipal de Direitos de Passagem (TMDP) para 2020 em 0,25% sobre a faturação mensal emitida pelas empresas que oferecem redes e serviços de comunicações acessíveis ao público. Segundo o autarca Jorge Sequeira, “em 2018 foram arrecadados 10 mil euros” com esta taxa, enquanto este ano, e até à data, foram amealhados “7.093 euros”.

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