“Não se justifica num território tão pequeno estarmos separados”, considerou o empresário Álvaro Gouveia ao labor

Apesar de ter terminado o seu mandato à frente da Associação Comercial em junho deste ano e de ter decidido não continuar a exercer o cargo, Paulo Barreira é o presidente da comissão administrativa que está a gerir a instituição por nomeação de assembleia-geral até que seja encontrado um sucessor ou uma outra oportunidade de solucionar este problema.

E por falar em oportunidades, “já existem algumas movimentações para uma solução” que passa pela “fusão entre a Associação Comercial e o Clube dos Empresários” naquela que poderá vir a ser a “Associação Comercial e Empresarial de S. João da Madeira”, divulgou em primeira mão Paulo Barreira ao labor.

E de facto esta fusão é “uma possibilidade sobre a qual estamos a trabalhar,” até porque “não se justifica num território tão pequeno estarmos separados”, considerou Álvaro Gouveia, presidente do Clube dos Empresários, ao nosso jornal.

Aliás, esta não é uma ideia recente tal como fez questão de mencionar o empresário sanjoanense.

“Quando a Associação Comercial foi criada já tinha feito esta proposta, mas não foi para a frente”, revelou o presidente do Clube dos Empresários que foi criado em 2005, tem 40 associados e está sedeado na Casa das Associações em S. João da Madeira.

Relembramos que o sanjoanense Paulo Barreira foi o primeiro presidente da Associação Comercial de S. João da Madeira fundada a 24 de novembro de 2016, conta com 54 associados em dois anos de funcionamento e está sedeada no Centro Coordenador de Transportes.

O principal objetivo desta associação é ajudar a “dar a volta” ao comércio tradicional, mas para isso é “preciso o apoio de todos os comerciantes”, já dizia Paulo Barreira em entrevista dada ao labor em janeiro de 2017.

Anteriormente, o comércio tradicional, de rua ou de proximidade, como lhe queiramos chamar, era dinamizado em gestão partilhada da Associação Comercial e Empresarial de Ovar e S. João da Madeira.

O descontentamento em relação a algumas ações e até limitações levaram um grupo de sanjoanenses a criar a própria associação da terra. Passados três anos da sua fundação, aguardamos sobre o que vai ser decidido sobre o seu futuro.

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