Lançado pela junta de freguesia 

 

 Nesta sessão da Assembleia de Freguesia (AF) foram vários os elogios ao Mapa Ilustrado dos Lavadouros Públicos da Cidade de S. João da Madeira, idealizado pelo executivo de Helena Couto.

Em resposta à freguesa Ana Couto, que minutos antes tinha enaltecido, precisamente, o mapa e ainda tinha defendido que “cabe à junta” levar a cabo o “trabalho de conservação” dos tanques, a líder autárquica não só assegurou que “vamos reabilitar” o que precisa de ser reabilitado, como também esclareceu que “o mapa é um dos produtos da junta de freguesia no sentido de elevar a nossa terra”.

Mais tarde, aquando da apresentação do Plano de Atividades e Orçamento de 2020, Helena Couto afirmou que a JF vai continuar “a dar a conhecer o património arquitetónico da cidade”. Aliás, segundo a responsável política, “depois dos tanques”, seguir-se-ão as “casas senhoriais”.

Voltando ao Mapa Ilustrado dos Lavadouros Públicos, os textos são da autoria de Daniel Neto e a ilustração e o design de José Miguel Cardoso. Já o percurso turístico esteve a cargo do Curso Profissional de Turismo do Agrupamento de Escolas João da Silva Correia.

Lavandaria Social “não é adequada para as necessidades que julgo que existem na cidade”

Joana Dias foi outra que aplaudiu o mapa. “Adorei”, sublinhou a representante da CDU – Coligação Democrática Unitária, que até fez questão de o partilhar com “algumas amigas” e que, em conjunto com elas, até está “a pensar fazer umas atividades com os miúdos das escolas”.

Só que para Joana Dias, tal como os tanques públicos e a nossa história, “as lavandarias sociais também são importantes”. E no caso da que existe na cidade “não é tão social nem tão abrangente”.

Segundo este membro da AF, a Lavandaria Social de S. João da Madeira, que resultou de um projeto que venceu o Orçamento Participativo Municipal de 2015 e que funciona em instalações da Santa Casa da Misericórdia, “talvez não esteja à mão de toda a gente”, sobretudo de “pessoas com dificuldade de mobilidade”.

Helena Couto concordou com Joana Dias. Aliás, “tem de se fazer muito mais na minha opinião”, disse, acrescentando que a atual Lavandaria Social “não é adequada para as necessidades que julgo que existem na cidade”.

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