E do civismo também 

 

Germano Oliveira tinha feito naquele mesmo dia uma visita ao Frigorifico Solidário, instalado no Centro Coordenador de Transportes, onde constatou que havia “um prato com restos de comida”. “Espero que [o Frigorífico Solidário] não seja um novo caixote do lixo na zona dos transportes”, disse este membro da coligação PSD/CDS-PP, para quem “a junta devia fiscalizar as condições [em que o frigorífico se encontra]”. Germano Oliveira perguntou ainda a Helena Couto “se nesta quadra está a pensar pôr algumas coisas no frigorífico”.

A presidente da junta de freguesia (JF) garantiu que “fazemos limpezas sistemáticas”. Aliás, “temos um valor mínimo [previsto] para fazer isso” mesmo. No entanto, de acordo com Helena Couto, este projeto da autoria do Centro Humanitário da Cruz Vermelha Portuguesa que ganhou o Orçamento Participativo em 2017 e que se destina “a quem sai fora” do âmbito da Rede Social de S. João da Madeira “depende da solidariedade de cada freguês e não da junta”, assim como do civismo de todos.

Segundo a responsável política, “não é objetivo que haja um controlo”, cabendo apenas à JF assegurar que “está limpo e que não há coisas a estragarem-se”. “Só todos juntos é que conseguimos que ele seja mais eficaz”, defendeu em jeito de remate.

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