Número subiu “substancialmente” “nos últimos dois anos” 

O assunto foi trazido a público por Pedro Rodrigues. “Habituado a fazer reciclagem desde 1980”, este munícipe veio à última sessão da Assembleia Municipal dizer que a mudança de localização dos “contentores” – entenda-se ecopontos – na zona da Mourisca, onde reside “há muitos anos”, em nada veio beneficiar os mais de 90% de idosos que ali vivem e têm “à volta de 70 anos”. Pelo contrário. Agora “temos de descer escadas para ir lá abaixo”, à Rua da Mourisca.

Na opinião deste sanjoanense que mora na Rua António Sérgio, “ao lado da paragem do TUS, no terreno que pertence à câmara, podiam escavar um espaço para os contentores de reciclagem”. Já Jorge Sequeira se comprometeu a “ver o que se passou aí para encontrar uma solução que seja confortável para os seus moradores”.

Na ocasião, o líder autárquico também saudou Pedro Rodrigues “por fazer reciclagem sistematicamente desde 1980”. “O seu exemplo deve ser seguido por todos os sanjoanenses, bem como a sua preocupação”, defendeu Jorge Sequeira, fazendo questão de dizer ainda, e isto “puxando a brasa à sua sardinha”, que “nos últimos dois anos, subimos substancialmente o número de ecopontos”. Aliás, neste momento, segundo o autarca, a cidade de S. João da Madeira tem 115 ecopontos.

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