E o serviço de exames e análises clínicas do Hospital de S. João da Madeira

A valorização das carreiras e os aumentos salariais estiveram entre os principais motivos que levaram à greve da função pública na sexta-feira passada, dia 31 de janeiro, em todo o país.

A adesão à greve levou ao encerramento das escolas sede Dr. Serafim Leite e Oliveira Júnior, da Escola Básica de 2º e 3º ciclo, da EB1/JI das Fontainhas, de Fundo de Vila e dos Ribeiros e dos Jardins de Infância do Parrinho e do Parque por não estarem asseguradas as condições mínimas de acompanhamento, funcionamento e segurança dos alunos.

O Município de S. João da Madeira revelou que 23 dos seus cerca de 270 trabalhadores aderiram à greve. À exceção das escolas de 1º ciclo que são da sua responsabilidade e que estiveram encerradas, “os serviços e equipamentos municipais estiveram abertos”, informou o Município ao labor.

Já os serviços públicos ligados à área da saúde funcionaram com alguns constrangimentos em S. João da Madeira.

“Em termos de números absolutos não nos é possível fornecer (o número de profissionais aderentes à greve) visto que ainda estamos dentro do prazo para que quem faltou justifique o motivo. Contudo, ainda que com ligeiros constrangimentos, a Unidade de S. João da Madeira tem estado a responder à procura”, deu a conhecer Antonino Leite, coordenador do Gabinete de Relações Públicas e Assessoria de Imprensa da Administração Regional do Norte, ao labor em relação ao Centro de Saúde.

No Hospital de S. João da Madeira os serviços de urgência, consultas externas, cirurgia de ambulatório e o Hospital de Dia de Psiquiatria funcionaram dentro da normalidade, exceto o serviço de exames e análises clínicas que esteve encerrado, tal como constatou no próprio dia da greve o labor.

Apesar de não conseguir adiantar dados concretos sobre o impacto da greve nos três hospitais que integram o Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga, o departamento de comunicação avançou com alguns dados gerais. O centro hospitalar adiantou que 39% dos técnicos de diagnóstico e outros 28% profissionais de saúde aderiram à greve e 73% das consultas marcadas foram efetuadas.

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