O Município acaba de relançar o concurso para a instalação de iluminação led nos parques e jardins municipais da cidade, depois do primeiro ter ficado deserto. Trata-se de um investimento de cerca de 300 mil euros mais IVA, “com financiamento comunitário no quadro de apoio à eficiência energética”, como disse Jorge Sequeira, depois de “uma troca de galhardetes” com Paulo Cavaleiro. Foi o vereador da oposição que trouxe a público o assunto, começando por discordar do título do jornal [labor]“A telegestão ia permitir identificar a origem do problema, mas não o resolvia”, feito a partir de uma declaração do vice-presidente da autarquia, proferida em reunião de câmara anterior e que nesta José Nuno Vieira reafirmou.

Para o presidente da câmara, “a cidade está muito melhor em matéria de leds do que quando tomámos posse”. Em seu entender, a decisão deste executivo em não optar pelo serviço de telegestão, tomada “com base num estudo de uma entidade independente”, é “mais vantajosa para o interesse público”. Esta opção não só “cumpre os objetivos”, como “também beneficia toda a comunidade”, reforçou o autarca, indo contra o que pensa a coligação PSD/CDS-PP.

No passado dia 18, Paulo Cavaleiro voltou a defender “uma cidade 100% led”, bem como a telegestão, com a qual “tínhamos mais poupança” e uma “melhoria de ação”. Na ocasião, ainda veio em defesa do “princípio de igualdade de oportunidades”. Este, na sua ótica, não é respeitado pela edilidade, porque, havendo “uma rua que tem iluminação led e outra que não tem”, “há sanjoanenses de primeira e sanjoanenses de segunda”.

Jorge Sequeira “não estava à espera que [Paulo Cavaleiro] invocasse o princípio de igualdade de oportunidades”. Aliás, na sua opinião, “será impossível [ao vereador] superar esta tirada” até ao fim do mandato.

 

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